As mensagens da televisão na educação
escolar: o olhar dos professores da escola estadual “Marcos Parente”, em
União/PI.
Geuid Cavalcante da Silva Filho *
Resumo:
Este
trabalho trata da relação entre as mensagens dos meios de comunicação, em
especial a televisão, com a educação escolar. Trata-se de uma pesquisa de
opinião com os professores da escola estadual de ensino médio “Marcos Parente”,
no município de União,
Palavras-chave: mensagens midiáticas – educação escolar – professores
INTRODUÇÃO
Os meios de comunicação e as mensagens que eles produzem formam o principal sistema de produção e circulação de informações na sociedade moderna. A sua onipresença provoca mudanças em vários aspectos que fazem parte das nossas vidas, inclusive a educação. E a mídia educa, ainda que não seja da maneira como esperamos ou que estamos acostumados no sistema da educação escolar.
A escola, apesar de todo esse fluxo de informações que circulam, continua sendo a instituição responsável pela sistematização de conhecimentos, a socialização e a preparação dos jovens para a vida futura. Mas as mensagens da mídia estão cada vez mais presentes no espaço escolar, e os atores educacionais (professores, coordenadores) não têm a opção de escolher se abrem ou não as portas da escola para essa nova realidade de um mundo fundamentado na comunicação. Para entender a dinâmica da educação hoje, é preciso tentar compreender o papel desempenhado por instituições como a escola, a família e os meios de comunicação.
___________________________________________________________________________
*
Graduando
Um meio que exerce bastante influência na vida dos estudantes é a televisão, por causa do fascínio causado pela imagem e pelo formato dos seus produtos, mas também pelo grau de exposição que os jovens, que passam mais tempo assistindo programas televisivos do que na escola. Então, é importante para o bom andamento do processo de socialização dos estudantes que a escola traga essas mensagens produzidas pela televisão para serem analisadas e discutidas dentro das salas de aula, sob o risco de a educação escolar ser cada vez menos atrativa e desinteressante para os jovens.
O professor também é peça fundamental nesse “jogo” de resgate do interesse dos jovens pela escola. No momento em que falamos de uma absorção das mensagens da televisão na educação, não estamos nos referindo a uma utilização ingênua, pois todos nós sabemos das sutilezas e da capacidade que a telinha tem de influir no inconsciente coletivo. Tampouco a atitude correta seria a “demonização” do veículo, em função daqueles produtos que a sociedade considera ruins, como os que espetacularizam a violência ou incitam um despertar precoce da sexualidade.
O papel do professor, enquanto representante da linha de frente da educação escolar, é provocar experiências de aprendizagem, e para tal finalidade seria impossível incluir um trabalho com as mensagens televisivas no cotidiano escolar. Mas antes de atuar diante dessa nova realidade de uma sociedade midiatizada, o professor precisa ter certo conhecimento do que é produzido pela televisão, e principalmente, tem de manifestar interesse em trazer essa discussão pra sala de aula e fazer uma apropriação construtiva dessas informações.
A mídia e a “nova” educação
O estudo da inter-relação entre a comunicação e a educação teve início
nas décadas de 30 e
A proposta para que a escola trabalhe com os produtos midiáticos não se reduz ao exercício de reconhecer os males causados pelos programas veiculados, e nem é apenas a realização de uma crítica aos conteúdos veiculados. O que fundamenta o trabalho com a relação escola/produtos da mídia é o entendimento dos seus significados, mecanismos de ação e resultados práticos (Ibid. pág. 147)
Mas é certo que existem muitos mitos e controvérsias acerca dessa utilização das mensagens das mídias na educação. O que os professores ouvem constantemente é que é preciso trabalhar com vídeos, com informática, com programas televisivos, com o intuito de dinamizar as aulas. O grande problema é saber onde isso vai dar, e entender qual o sentido real da utilização desses novos recursos. A situação não pode ser ignorada, pois
enquanto a escola prepara certos conteúdos e
linguagens, o resto os alunos adquirem por meio da cultura de massa. A escola
diz coisas que os alunos consideram certas, mas não significativas para a vida,
enquanto a televisão dá coisas reais embora nem sempre certas. (LITWIN, 1997,
pág. 32)
A simples utilização das mensagens dos meios de comunicação no processo educacional, que a primeira vista poderia estar associada a uma tentativa de “atualização” da escola diante da enorme quantidade de informações que circulam na sociedade, não garante por si uma melhoria na qualidade do ensino.
A escola sofre com a concorrência dos processos midiáticos, não tem a opção de decidir se aceita ou não que as mensagens da mídia penetrem no espaço escolar, pois a mídia impõe a sua presença. Na escola, como em qualquer instituição, certamente encontraremos profissionais favoráveis e contrários à inclusão das mensagens dos meios de comunicação, ainda que não se possa repelir a sua presença na vida dos estudantes e mesmo nas relações que se estabelecem no interior do espaço escolar. Diante da sedução e diversificação da mídia, a escola encontra dificuldades para se estabelecer como espaço mais importante para a educação dos jovens.
Essa dificuldade de mudança nos processos educacionais podem ter como causa a lenta revisão de programas e currículos realizada pela escola. Enquanto a mídia, por sua vez, que disponibiliza conhecimentos imediatos, oferece-os descontextualizados e dispersos. O grande desafio da instituição escolar é encontrar modos próprios de sistematizar e refletir sobre esse conhecimento de “varejo” transmitido pelos meios de comunicação de massa. (Ibid., pág. 67). A tarefa da escola, no que diz respeito a essa relação entre a comunicação e a educação, será formar e socializar os estudantes para as mensagens da mídia.
Mas há quem perceba a mudança já
A telinha mágica contra a aula chata
Ciro Marcondes Filho (1988, pág. 103) entende que “a televisão instalou-se como uma desleal concorrente da atividade escolar”, levando-se em consideração que os professores foram educados em outra época e que os seus saberes acabaram por tornarem-se anacrônicos nessa nova sociedade da informação dominada pelos meios de comunicação de massa. O autor lança um olhar apocalíptico sobre o veículo, ao afirmar que a televisão, enquanto meio de transmissão de informações, concorre com a aula e vence-a por diversos motivos:
(...) é mais ágil, mais imaginativa, é mais colorida e
barulhenta, é veiculadora do novo, do que está na moda, libera as pessoas da
submissão à presença física do educador, permite liberdade de escolha
supostamente maior, aparenta dar mais informação, preenche o imaginário com
signos de cultura, dá espaço ao individualismo, ao individualismo, ao
isolamento, ao “não me amole”, coloca a superficialidade e amenidades no lugar
da reflexão e da autocrítica. (Idem, pág. 105)
Todos esses elementos característicos da televisão provocaram um questionamento dos efeitos e das normas da transmissão de conhecimentos na escola, e chamou a atenção dos educadores para a necessidade de adaptação à nova realidade, por meio da busca de uma comunicação mais atualizada com a geração jovem.
“È preciso, porém, não exagerar a importância da televisão na vida das crianças”, comenta Maria Luiza Belloni (2005, pág. 34). A autora é estudiosa do papel da TV no processo de socialização de crianças e jovens, mesmo sabendo que ela é um importante meio de informação e de aprendizagem das novas gerações, principalmente pelo tempo que eles passam diante dos programas televisivos, fato que faz com que eles concedam uma legitimidade para esse meio, sendo considerado uma fonte de saber semelhante à escola.
A escola, enquanto instituição especializada na socialização dos jovens, não conseguiu absorver as transformações nos modos de aprender trazidas pela televisão. O que ocorre é um crescimento da importância das “interações mediatizadas” de um lado, e ao mesmo tempo uma relativa perda de importância das principais instituições modernas de socialização: família, escola e religião. (BELLONI, 2005, pág. 32).
Escola e mídia assumem atualmente o papel de guardiãs e difusores dos valores hegemônicos fundamentais para a vida social. A televisão, por sua vez, transmite um saber acumulado por toda a sociedade ao longo do tempo e informações sobre atualidade, mas em momento algum ela poderá ocupar o lugar da comunicação intersubjetiva entre as pessoas.
O papel da televisão no processo de socialização dependerá das formas de relação estabelecidas entre os jovens e o meio. Belloni (Ibid.) comenta sobre dois elementos que ela considera recorrentes nas mensagens televisivas e que incitam alguns desvios de conduta entre os jovens: a violência constante em filmes, novelas e outros produtos, que associam os atos violentos com a coragem, que interfere principalmente no imaginário masculino; e sexualidade que é influenciada em produtos e temáticas diversificadas, e que é sutilmente trabalhada.
Mas apesar da influência da mídia, ainda existem alternativas. Os acessos a outras referências culturais e a ação de outros atores educacionais são fundamentais para uma apropriação construtiva das mensagens midiáticas, especialmente as televisivas. A escola é fundamental para essa instrumentalização desses jovens, e os professores também têm um papel crucial no processo de formação para essa nova realidade mundial.
O papel do professor diante da mídia
As mudanças sociais impulsionam mudanças na educação. Aumento das exigências em relação ao professor, inibição das responsabilidades de outros agentes de socialização, como a família, e também na própria expectativa que a sociedade tem em relação ao sistema educativo. Os fatores de mudanças sociais que interferem na função docente são listados por José M. Esteve (2005). Entre eles está o desenvolvimento de fontes de informação alternativas à escola. Sobre esse tema ele afirma que
O desenvolvimento de fontes de informação
alternativas, basicamente dos meios de comunicação de massas, obriga o
professor a alterar o seu papel de transmissor de conhecimentos. Cada dia se
torna mais necessário integrar na aula estes meios de comunicação, aproveitando
sua enorme força de penetração. (Ibid., pág. 101).
O professor não pode mais se manter como única fonte de transmissão de conhecimentos. O papel que lhe cabe melhor nos dias de hoje é o de facilitador da aprendizagem e orientador do trabalho dos alunos. Nesse sentido, a mídia não deve ser vista como inimiga, e sim como aliada. Mas em momento algum podemos pensar em uma aliança ingênua por parte dos docentes. Os meios de comunicação são empresas e tem o compromisso com as finanças e, portanto estão interessadas em vender os seus produtos culturais.
A mídia tem muitos artifícios capazes de atrair a atenção dos estudantes, que estão muito além das possibilidades e dos recursos possíveis de serem percebidos na prática de um professor. Diante dessa mesma dificuldade no acesso aos recursos que dinamizem as aulas, os educadores poderem utilizar as mensagens da mídia ao seu favor, entendendo as características específicas da linguagem midiática, e recriando os significados dessas mensagens a partir de um trabalho de desconstrução e reconstrução de significados juntamente com os alunos. É preciso não atribuir à mídia um poder que ela não possui, mas é preciso também não desprezá-la, sob o risco de se perpetuar uma educação arcaica.
tentar uma lição magistral sobre um tema que os alunos
já conhecem através da televisão pode tornar-se um terrível fracasso. O
professor enfrenta a necessidade de integrar no seu trabalho o potencial
informativo dessas novas fontes, modificando o seu papel tradicional. (ESTEVE,
loc. cit.)
A experiência da escola estadual “Marcos
Parente”
A Unidade Escolar “Marcos Parente” fica localizada no município de União,
localizado
A nossa opção por estudar especificamente a escola “Marcos Parente” aconteceu em função do acesso que poderíamos ter aos professores, já que temos também uma atuação enquanto professor de história da Instituição. Mas entendemos esse estudo simples apenas como o começo de um trabalho que pode ser estendido para o restante do município a fim de obtermos mais dados acerca dessa nova problemática que penetra os dois campos: a comunicação e a educação.
A nossa pesquisa consistiu basicamente em uma pesquisa de opinião com os professores da escola “Marcos Parente”. Aplicamos diretamente com os docentes um questionário com oito perguntas, tratando de diversos aspectos referentes à presença das mensagens da televisão no processo ensino-aprendizagem. Começamos tratando sobre a absorção ou não das mensagens midiáticas pela instituição escolar e finalizamos tratando das possibilidades de criação de instrumentos para utilizar de forma crítica essas mesmas mensagens, com enfoque especial para a criação de veículos que poderiam de alguma forma amenizar o impacto dos efeitos negativos das mídias no processo de socialização dos jovens, como a violência e o despertar precoce da sexualidade.
Optamos por trabalhar com perguntas fechadas, apresentando uma lista prévia de respostas para os entrevistados. O importante da apresentação das opções de respostas é facilitar a comparação entre as mesmas por parte do entrevistado, procurando colaborar com o seu entendimento. Além disso, essa pré-codificação facilita no processo de tabulação dos dados, ainda que reconheçamos que o universo da nossa pesquisa não seria muito grande, mas a agilidade na constituição dessa base de dados permitiria que tivéssemos mais tempo para refletir sobre essas respostas. (NOVELLI, 2005, pág. 173).
Discussão dos resultados
Até o presente momento recebemos 23 questionários foram respondidos pelos professores, e assim realizamos uma análise dos dados para ter base da situação atual em que se encontra o processo de inserção das mensagens da televisão na educação formal da escola “Marcos Parente”. Na medida em que mais questionários forem devolvidos pelos docentes, ampliaremos as tabelas com os dados tabulados.
Quando perguntamos sobre a necessidade de absorção das mensagens veiculadas pela televisão no processo educacional, tivemos resposta afirmativa de 83 % dos entrevistados. Alguns professores discordaram da maneira como foi redigida a nossa pergunta, já que perguntamos se eles acreditavam que a escola “precisava” absorver as mensagens televisivas. A maior parte dos educadores não aceita a função educadora da televisão com naturalidade. Na própria literatura que trata dessa interface entre a comunicação e a educação são os pesquisadores-comunicólogos que encaram com mais entusiasmo o papel educador da mídia, que vem se juntar à escola e família como agentes responsáveis pela formação e socialização dos jovens. Os docentes criam ressalvas ao afirmar, como fizeram nossos entrevistados, que essa absorção só pode ser feita “em partes”, ou seja, da forma como o professor desejar.
A utilização das mensagens televisivas na prática pedagógica foi admitida por 94% dos entrevistados. Os professores entendem as mensagens da mídia como um apoio para a sua prática e não como um processo educativo paralelo e com possibilidade de convergir com a educação escolar. Do total de entrevistados, 29 % entendem que as mensagens da televisão servem para despertar o interesse dos alunos pelos conteúdos escolares, 35% responderam que elas complementam o conhecimento escolar, e 24 % que servem para ilustra conceitos e teorias. A televisão é compreendida como um elemento instrumental para “melhorar” a educação escolar, nunca como uma outra estratégia discursiva também responsável por educar, ainda que involuntariamente. Reafirmamos essa resistência dos docentes a entender a televisão como uma instituição com função análoga, ou no mínimo semelhante a da escola. Talvez isso aconteça pelo temor de terem sua função social ainda mais desvalorizada ou mesmo por falta de familiaridade com essas linguagens diferentes.
Os programas considerados pelos professores como os mais importantes para uma educação não-formal dos estudantes são: os telejornais, com 55% dos entrevistados; e os filmes, com 26%. A predominância do gênero jornalístico talvez se deva ao seu nível de “seriedade” em relação, ou mesmo essa idéia de que no mundo moderno é preciso que estejamos informados sobre muitas coisas. Telenovelas e desenhos animados foram pouco mencionados (6% e 3% respectivamente), apesar de toda a audiência e da influência que exercem na vida dos jovens, e de haver no mercado produtos desses gêneros que poderiam ser trabalhados com os estudantes, partindo do próprio interesse deles.
Sobre a socialização dos estudantes, 65% dos entrevistados acreditam que as mensagens televisivas podem influir negativamente nesse processo. Os aspectos que sofrem mais interferência da televisão na vida em sociedade dos estudantes, na opinião dos entrevistados, é o despertar precoce da sexualidade, para 42%, e o desrespeito com os pais e os professores, para 29 % dos professores. A surpresa ficou por conta do item “incentivo à violência”, citado por apenas 14% do total, que é um dos elementos mais criticados na programação televisiva, e de certa forma entrou no senso comum.
Mas os docentes demonstram acreditar na possibilidade de trabalhar com essas “distorções” que a mídia provoca no processo de socialização dos jovens. O entendimento de 94% dos professores é que a escola pode criar seus próprios instrumentos de comunicação para fazer circular idéias internamente e realizar um debate sobre esses as mudanças comportamentais trazidos pelas mensagens televisivas para a vida cotidiana dos jovens estudantes. Sugerimos, nesse sentido, alguns instrumentos que poderiam ser criados para a concretização de tais objetivos. A grande maioria dos entrevistados entendeu que as sessões de vídeo com debates (48%) poderiam ser um desses instrumentos utilizados na escola com o propósito de um uso alternativo e crítico das mensagens das mídias. Jornal-mural (22%), jornais e revistas impressas (14 %) e peças de teatros (11%) também foram cogitados.
Considerações finais
Com o universo reduzido que trabalhamos não é possível que realizemos muitas generalizações. No caso específico da escola “Marcos Parente” os professores parecem estar abertos ao diálogo com as mídias, mostrando o contrário do que pensam alguns estudiosos da comunicação que imputam aos docentes certo autoritarismo arcaico e uma rejeição do “novo” por temor de perder o seu poder de influência. Acreditamos que o grande problema em melhorar o diálogo entre a mídia e escola está no despreparo dos professores para trabalhar com essas novas linguagens, o que poderiam ser atenuado com cursos de formação continuada.
As mensagens da televisão e de outras mídias são vistas pelos professores como um instrumento auxiliar, que traz coisas boas e ruins para dentro da escola, e não como outra estratégia discursiva que exerce influência na formação dos estudantes e que precisa ser pensada a partir de um diálogo, e não do simples uso de uma instituição pela outra, resguardadas as especificidades e os objetivos de cada uma.
No sentido do diálogo com a mídia, a criação de pequenos meios de comunicação dentro da escola assinalaria uma fase de discussão e reelaboração das informações e idéias que circulam na sociedade. A estratégia, que aparentemente agradaria aos docentes, poderia ser importante no sentido de mostrar que um meio de comunicação não é onipotente e que os receptores de suas mensagens não são passivos, podendo dialogar com os mesmos e ampliar o seu acesso a outras referências culturais e fugir dos estereótipos criados pela mídia.
Referências Bibliográficas
BELLONI,
Maria Luíza. O que é mídia-educação.
2. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. 100 p.
BRAGA,
José Luiz e CALAZANS, Maria Regina Zamith. Comunicação
e educação: questões delicadas na interface. São Paulo: Hacker, 2001. 164
p.
CITELLI,
Adilson. Comunicação e Educação. A
linguagem
ESTEVE,
José M. Mudanças sociais e função
docente. In: NÓVOA, António (org.) Profissão professor. Lisboa: Porto
Editora, 1995.191 p. p.p. 93-124.
LITWIN,
Edith (org.) Tecnologia Educacional:
Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MARCONDES
FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo
vídeo. São Paulo: Moderna, 1988. 119 p.
NOVELLI,
Ana Lucia Romero. Pesquisa de opinião.
In: DUARTE, Jorge e BARROS, Antonio (org). Métodos e Técnicas de Pesquisa